Futebol
António Silva divulga 'aventuras' que os jogadores do Benfica fazem durante as férias
14 Jun 2026 | 10:58
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Futebol
12 Fev 2025 | 16:29 |
Produto da formação do Clube da Luz há pouco mais de 50 anos, Fernando Santos, atual selecionador do Azerbaijão, foi congratulado na gala ‘Gazetta Awards’. O antigo selecionador da seleção nacional recebeu o prémio ‘Legend’ das mãos de Demis Nikolaidis, internacional grego que participou em 54 encontros, com quem o luso conquistou a Taça da Grécia pelo AEK em 2001/2002.
Fernando Santos – Uma vez grego, sempre grego
O antigo treinador do Benfica foi muito aplaudido pela audiência presente na homenagem e falou sobre o carinho especial que ainda mantém com a Grécia: “Uma vez grego, sempre grego”. O berço da civilização ocidente foi um lugar muito especial para Fernando Santos, tendo passado por diversos clubes ao longo de quase 40 anos de carreira como treinador. Orientou clubes como o AEK, de Atenas (2001/2002, 2004/2005 e 2005/2006), o Panathinaikos (2002/2003, mas só apenas durante 8 jogos) e o PAOK (de 2007 até 2010). Por fim, tornou-se selecionador da seleção nacional grega em 2011, onde permaneceu até 2014, antes de tomar as rédeas da seleção das quinas.
Em Portugal, pode-se dizer que Fernando Santos experimentou de tudo um pouco. Começou por ser treinador-adjunto de António Fidalgo, ex-treinador e guarda-redes que passou pelo clube das águias, no Estoril. Tornando-se depois o treinador dos estorilistas entre 1987/88 e 1993/94, saiu da beira da margem do rio Tejo e veio para a Amadora treinar o Estrela. Após sair dos tricolores, Santos mudou de ares e foi para o norte de Portugal, para o Porto. Lá, imediatamente, ganhou um campeonato nacional e uma supertaça em 1998/99. No ano a seguir, ganhou, novamente, a supertaça e somou uma taça de Portugal para o seu currículo. Por fim, antes de ir para a Grécia, volta a triunfar na taça de Portugal. Ainda treinou o Benfica e o Sporting, mas não foi bem-sucedido.
Por fim, após as aventuras na Grécia, e ao serviço da seleção helénica, onde conseguiu levá-los à fase eliminar do Euro 2012 e ao Mundial de 2014, a seleção nacional portuguesa chamou o treinador lisboeta. Aqui conseguiu conquistar o tão esperado e memorável campeonato europeu, em 2016. Em 2018/2019 vence ainda a primeira edição da Liga das Nações, antes de despedido do lugar de selecionador após a fraca prestação de Portugal no mundial de 2022.
Antigo treinador do Clube encarnado está próximo de orientar equipa da Arábia Saudita e duelar com o capitão da seleção nacional
14 Jun 2026 | 13:00 |
Bruno Lage está em fase final de negociações para se tornar treinador do Al Diriyah, clube recém-promovido à Saudi Pro League, numa mudança que pode ficar oficializada nos próximos dias. O técnico português, de 50 anos, encontra-se sem clube desde a saída do Benfica, a 17 de setembro de 2025, e vê agora encaminhado o regresso ao ativo num projeto com forte investimento financeiro.
As conversações entre Bruno Lage e a estrutura do Al Diriyah decorrem há vários dias e estão já numa fase muito avançada, faltando apenas ajustar detalhes do contrato, nomeadamente a duração do vínculo. O entendimento entre as partes é considerado iminente.
O Al Diriyah, equipa sediada na cidade com o mesmo nome, situada a cerca de 15 quilómetros a noroeste de Riade, garantiu a subida ao principal escalão do futebol saudita após vencer o Al Ula, orientado por José Peseiro, no play-off de promoção, por 2-1.
Deste modo, o projeto saudita aponta para um investimento significativo no plantel, com o objetivo de garantir competitividade imediata na Saudi Pro League, prova na qual Cristiano Ronaldo disputa. Na última temporada, a equipa contou, entre outros nomes, com o avançado Moussa Marega, de 35 anos, com passado no Porto.
Caso o acordo se concretize, Bruno Lage volta a um contexto onde já trabalhou no passado, depois de ter orientado os sub-19 e a equipa B do Al Ahli, nos Emirados Árabes Unidos. Recorde-se que o treinador soma ainda passagens pelo Benfica, Botafogo e Wolverhampton, além de experiências como adjunto no Swansea e no Sheffield Wednesday.
Clube encarnado está a viver dias decisivos na preparação da nova temporada e presidente trabalha contra o relógio para satisfazer o treinador
14 Jun 2026 | 11:54 |
O Benfica está numa verdadeira corrida contra o tempo para preparar a nova temporada. Com o arranque da pré-época marcado para 25 de junho, Rui Costa e Mário Branco intensificaram os contactos no mercado, com o objetivo de entregar reforços a Marco Silva o mais rapidamente possível. Fechada a hipótese de Harry Wilson rumar à Luz, as águias já procuram por alternativas.
A estrutura encarnada considera essencial dar ao novo treinador uma base de trabalho sólida logo nos primeiros dias no Seixal. A intenção passa por permitir que Marco Silva possa concentrar-se na observação do plantel e na implementação das suas ideias sem grandes sobressaltos.
A principal prioridade está identificada há várias semanas: o centro da defesa - algo mencionado por Paulo Madeira. O Benfica pretende contratar dois centrais com características distintas. Um deles deverá ser esquerdino, enquanto o outro terá de apresentar versatilidade suficiente para atuar nos dois lados do eixo defensivo, independentemente do pé dominante.
Mas os planos da SAD não ficam por aí. Os encarnados procuram também reforçar as alas ofensivas. Apesar de Harry Wilson estar fora de hipótese, o perfil desejado é semelhante ao do internacional galês: um extremo capaz de desequilibrar no um para um, criar oportunidades e acrescentar qualidade ao ataque.
Outro aspeto importante da estratégia benfiquista prende-se com o Mundial. A SAD liderada por Rui Costa decidiu afastar a possibilidade de contratar jogadores que estejam envolvidos na competição, privilegiando atletas disponíveis de imediato. Em simultâneo, Marco Silva e a estrutura trabalham também na definição dos jogos particulares de pré-temporada, numa fase decisiva para preparar uma época que começará cedo: a 23 de julho, com a segunda pré-eliminatória da Liga Europa.
Novo treinador do Clube encarnado inicia funções numa das fases mais delicadas dos últimos anos e tem dossiês para solucionar
14 Jun 2026 | 11:49 |
Marco Silva já começou a preparar a nova época do Benfica, mas herda um cenário exigente e repleto de desafios. Depois da saída de José Mourinho para o Real Madrid, o técnico português assume o comando das águias num momento de mudança profunda, com a missão de lançar um novo ciclo desportivo na Luz.
Uma das primeiras tarefas passa pela construção de uma nova identidade competitiva. Mourinho deixou uma marca forte dentro e fora do balneário, sustentada por experiência, títulos e liderança. Agora, Marco Silva regressa a Portugal após vários anos na Premier League, com a responsabilidade de afirmar as suas ideias e conquistar rapidamente a confiança dos adeptos encarnados.
A pressão aumenta devido ao calendário. O Benfica inicia a pré-época a 25 de junho e terá pouco menos de um mês para preparar a segunda pré-eliminatória da Liga Europa, marcada para 23 de julho. Além disso, vários internacionais poderão chegar mais tarde ao Seixal devido ao Mundial de 2026, dificultando a preparação da equipa.
O mercado é outro dos grandes dossiers. A saída de Nicolás Otamendi deixou um vazio na defesa e a contratação de pelo menos um central parece inevitável. Em simultâneo, Marco Silva terá de recuperar jogadores que ficaram aquém das expectativas, como Dodi Lukebakio - que pode estar de saída, Franjo Ivanovic e Georgiy Sudakov, um atleta cujas características são particularmente apreciadas pelo novo treinador.
Por fim, existe uma missão que vai além das quatro linhas: reconquistar os adeptos. Após uma temporada dececionante, os benfiquistas esperam uma resposta forte da equipa e da estrutura. Marco Silva terá de devolver entusiasmo à Luz, reforçar a ligação entre equipa e bancada e aproveitar também o talento da formação, num Clube onde o sucesso passa tanto pelos resultados como pela identidade.