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DUAS CABEÇAS, DUAS SENTENÇAS: PROBLEMAS DO BENFICA COMEÇAM DENTRO DO PRÓPRIO CLUBE – EXCLUSIVO GLORIOSO 1904

Em causa está gestão da SAD encarnada, num modelo com dois CEO’s: Rui Costa e Domingos Soares de Oliveira

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Depois de se pronunciar acerca do ‘espetáculo’ gerado em torno de Enzo Fernández (Saiba mais AQUI), Francisco Benitez confidenciou, em exclusivo ao nosso Jornal, que não concorda com o modelo de composição da SAD encarnada, gerida através de uma comissão executiva, que tem como CEO’s Rui Costa e Domingos Soares de Oliveira (DSO), considerando que ambos entram em conflito de interesses, na administração do Clube.

Vertente desportiva vs vertente financeira

O conhecido empresário Benfiquista, que foi candidato à Presidência do Benfica em 2020 e em 2021, abordou o facto de o Presidente do Benfica, Rui Costa, ter como preocupação primordial o “sucesso desportivo do Clube”, enquanto Domingos Soares de Oliveira, também ele CEO da SAD das águias, só demonstrar interesse pela parte financeira, na gestão dos últimos acontecimentos do Clube da Luz.


Para a última constatação, Benitez refere que DSO “só se interessa pelo dinheiro uma vez que  é remunerado e os prémios dele são conquistados com base na performance financeira”. Portanto, neste modelo de administração existem dois lados e para o antigo candidato à Presidência do Glorioso “quando isto acontece as coisas não podem ser fáceis de resolver”, nomeadamente no que toca ao caso da eventual transferência de Enzo Fernández, camisola 13 dos encarnados.

Francisco Benitez não entra em rodeios e conclui, ainda, que “isso (o modelo de dois CEO’s) também gera este tipo de problemas porque uma pessoa é Benfiquista e a outra é Sportinguista.”


Resolver problemas sem dramas

Para Francisco Benitez, os negócios do Benfica deveriam ser resolvidos “fora dos holofotes”, por considerar que seria mais benéfico para o Clube, se assim fosse. Alarmado com os “dossiês que estão ainda por resolver”, o empresário admite saber que “o segredo é a alma do negócio”, porém, gostava que o Benfica resolvesse os casos de Grimaldo, Otamendi e André Almeida, por exemplo, como fez com Rodrigo Pinho ou Diogo Gonçalves: “sem dramas”.

O Benfiquista alerta para o facto de à novela de Enzo poderem seguir-se outras como a de Grimaldo ou Otamendi – acabado de ser Campeão do Mundo e requisitado por vários emblemas – e considera que o problema é a composição da administração da SAD, que integra dois CEO’s “e não uma única pessoa a mandar.”

Roger Schmidt foi o único que se veio pronunciar sobre o caso do médio argentino e, em declarações no pós jogo entre o Benfica e o Portimonense, afirmou que Enzo é essencial e que “a partir de amanhã vou vê-lo no treino. É nosso jogador, contamos com ele e precisamos dele para sermos campeões”.

A verdade é que o camisola 13 das águias ficou na bancada (Saiba mais AQUI) no jogo da passada sexta-feira, em forma de castigo, devido às suas últimas atitudes e para encerrar de vez este capítulo, é necessário, como reforça Benitez, haver comunicação por parte do Clube encarnado.

Fotografia de Benfica 


Clube

De 35 para 50 milhões de euros! SAD do Benfica eleva montante da emissão de dívida

Clube da Luz comunicou decisão à CMVM, na quarta-feira, dia 17 de abril

Emissão de divida aumenta para os 50 milhões de euros
Emissão de divida aumenta para os 50 milhões de euros

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A Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Benfica decidiu aumentar o valor da emissão da divida dos 35 milhões de euros para os 50 milhões, na passada quarta-feira, dia 17 de abril, o último dia permitido para o aumento da mesma.

As águias divulgaram a sua decisão à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), através de um comunicado oficial. A agência governamental rapidamente divulgou a decisão encarnada, destacando que o Glorioso realizou a sua decisão no limite do tempo.


Posto isto, a SAD do Benfica emite 10 milhões de obrigações, sendo que cada uma custa cinco euros. A CMVM revelou que o mínimo adquirível é de 50 títulos, que representa 2.500 euros. O juro aumenta então para os 5,1%, ganhando uma maturidade de emissão de três anos.


Além da oferta de subscrição, a operação vai contar uma oferta de troca, onde será possível substituir as obrigações que foram emitidas em 2021 e que tinham como prazo final 28 de julho de 2024. Estas obrigações em questão ficam com data de reembolso 23 de abril de 2027.

A SAD do Benfica afirma ainda que a operação vai reverter num elevado encaixe económico, avaliado em 48.382.770 milhões de euros. Todavia, será necessário esperar cerca de três anos para avaliar os resultados da nova emissão de divida.




Clube

Após proibição polémica, Movimento Servir o Benfica exige explicações: "Afronta aos valores..."

Comunicado foi emitido esta quarta-feira, dia 17de abril, através dos meios de comunicação

Movimento Servir o Benfica exige explicações
Movimento Servir o Benfica exige explicações

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O Movimento Servir o Benfica voltou a pronunciar-se, esta quarta-feira, através de u comunicado oficial, expondo que dois associados do clube foram impedidos de marcar presença na  iniciativa organizada pelos encarnados para comemorar os 50 anos do 25 de abril, onde foi apresentado o livro 'A Cartilha da Benficofobia'. 

De acordo com o grupo de associados, o autor do livro, João Malheiro, terá convidado os dois adeptos acima mencionados, que acabaram por não conseguir marcar presença no evento público, que decorreu no Museu Cosme Damião. 


"No dia 16 de Abril, na tertúlia "Benfica Sempre pela Liberdade", iniciativa organizada pelo Clube para comemorar os 50 anos do 25 de Abril, foi apresentado o livro 'A Cartilha da Benficofobia’, escrito pelo consócio João Malheiro, sendo o prefácio da sua autoria", começou por referir . 


"De acordo com informação pública, dois associados, convidados pelo autor do livro para estar presentes nesta tertúlia, não foram autorizados a fazê-lo pelos serviços do Sport Lisboa e Benfica, o que não só é uma afronta aos valores do pluralismo que reconhecidamente marcaram a história gloriosa do Sport Lisboa e Benfica, como uma grave contradição ao espírito da própria iniciativa", completou o Movimento, que deixou em seguida algumas questões. 

"Na qualidade de sócios do Sport Lisboa e Benfica, foi com perplexidade, consternação e indignação que tomámos conhecimento deste facto. Assim, solicitamos a V. Exa. um esclarecimento urgente sobre os seguintes pontos: 1) Qual o motivo para o impedimento da presença destes associados? 2) Quem foi o responsável por esta decisão que conspurca a história de pluralismo do clube? A Direção? A Mesa da Assembleia Geral? O Conselho Fiscal? O Departamento de sócios? O Gabinete da Presidência? Um outro funcionário do clube?", questionou o Movimento Servir o Benfica


"A conquista da liberdade em Portugal foi feita há 50 anos, mas essa liberdade já existia no Sport Lisboa e Benfica desde a sua fundação, pelo que é inaceitável qualquer recuo ou tentativa de limitação dos direitos dos sócios por parte de qualquer Órgão Social ou funcionário do Sport Lisboa e Benfica", referiu. 

"As últimas duas décadas já foram suficientemente vergonhosas no que à democracia no Clube diz respeito e não podemos permitir um novo retrocesso. Solicitamos rápidos e urgentes esclarecimentos de V.Exa. e, confirmando se a veracidade dos factos, o afastamento imediato do responsável ou responsáveis por esta decisão. Quem não conhece a história do Clube não é digno de o representar, seja na qualidade de dirigente, atleta ou funcionário. Viva o Sport Lisboa e Benfica", concluiu o Movimento Servir o Benfica. 


Futebol

Benfica tem problema antigo nos penáltis e Roger Schmidt só veio piorá-lo

Desaire frente ao Marselha vem de uma longa tendência de maus desempates por grandes penalidades

Roger Schmidt está 1-3 em desempates por grandes penalidades no Benfica
Roger Schmidt está 1-3 em desempates por grandes penalidades no Benfica

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A eliminação do Benfica dos quartos de final da Liga Europa às mãos do Marselha vem a descrever uma clara tendência de insucesso das águias no desempate por grandes penalidades. A derrota veio piorar um historial que já não era o melhor e já é o terceiro desaire da era Schmidt neste tipo de desempate.

Pela sexta vez na sua gloriosa história, o Benfica disputou um desempate por grandes penalidades nas competições europeias. O registo passou a ser de duas vitórias e quatro derrotas, com o último insucesso a ser a inesquecível derrota com o Sevilha na final da Liga Europa em 2013/14 por 2-4 nos penaltis (0-0 aos 120').

O balanço da era Roger Schmidt também é negativo. Desde que chegou, o alemão começou bem com uma vitória diante do Caldas, na Taça. A partir daí o Benfica foi eliminado pelo Braga, também na prova rainha e esta época pelo Estoril na Allianz Cup e agora pelo Marselha na Liga Europa.

Além disso, esta acabou por ser a terceira época consecutiva em que as águias caíram nos quartos-de-final de uma competição europeia, depois de tal ter sucedido contra o Inter (2022/23) e Liverpool (em 2021/22), ambas na Liga dos Campeões.


Agora, as atenções do Benfica regressam para o Campeonato Nacional com as águias a terem encontro marcado com o Farense. O duelo da jornada 30 está agendado para segunda-feira, dia 22 de abril, no reduto da formação algarvia, pelas 20h15. Recorde-se que, da última vez que ambas as equipas se encontraram, a turma de Roger Schmidt empatou por um golo. 



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