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Clube
26 Mar 2026 | 17:05 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) indeferiu o projeto da BMHAUDIO PORTUGAL HOLDINGS para a modificação dos serviços de programas Batida FM (Amadora, Moita, Maia e Cantanhede), com intenção de alterar a tipologia de temática musical para temática desportiva informativa. Ou seja, a Benfica FM não avançará para lá da emissão digital.
O Conselho Regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários, baseando-se em três pilares essenciais: escassez de pluralismo e diversidade; dúvidas sobre a independência editorial e interesse público.
Para a ERC, a alteração não reforçaria a oferta radiofónica local nas áreas de cobertura, limitando-se a substituir um tema por outro. O regulador considerou ainda que a programação desportiva, pelo seu caráter segmentado, poderia reduzir o espetro de audiência e não acrescentaria pluralidade real aos ouvintes.
Por outro lado, o organismo identificou riscos de condicionamento da autonomia editorial e interferência do poder económico, considerando a participação relevante do Benfica - que já tinha contestado recente veto - na estruturação de conteúdos, incompatível com o regime jurídico dos operadores de rádio e o princípio da especialidade. Consequentemente defendendo que o projeto está excessivamente associado a um "universo desportivo específico".
Nesse mesmo sentido, a ERC sublinha que a informação local componente do projeto é insuficiente para mitigar os riscos de falta de independência e diversidade e aponta que o espectro hertziano é um bem público escasso e deve ser utilizado para garantir o pluralismo e o interesse público. O Benfica admite pedir a intervenção de uma comissão parlamentar sobre o assunto, depois de a contestação ao projeto de deliberação da ERC não ter sido considerada para a decisão final.
Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional visou recentemente postura adotada, relativamente ao Clube da Luz, deixando algumas garantias
25 Mar 2026 | 16:54 |
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Reinaldo Teixeira, assegurou esta quarta-feira o cumprimento dos prazos para a centralização dos direitos audiovisuais e a manutenção do diálogo com o Benfica, apesar da saída do Clube da empresa responsável pelo processo.
"Felizmente, [o processo] tem avançado muito. Temos tido a cooperação e diálogos permanentes com todos os clubes, com todas as sociedades desportivas, e temos tido uma interação grande e muito eficiente com a Autoridade da Concorrência (AdC)", afirmou, à margem da conferência 'ion', em Cascais.
Lembre-se que o Benfica - que enfrenta problema estrutural no Estádio da Luz - suspendeu o seu lugar na Liga Centralização, empresa responsável pela concretização do processo a partir de 2028/29, mas manteve-se sempre como parceiro da negociação, segundo o presidente da LPFP.
Reinaldo Teixeira: "Apesar da decisão, mantemos sempre a informação e a articulação com o Benfica"
"Na altura, o Benfica saiu da Liga Centralização, foi uma decisão que teve, mas mantemos sempre a informação e a articulação com o Clube, assim como com as demais redes desportivas", vincou o dirigente, afastando muitas dúvidas.
Para Reinaldo Teixeira, a ausência da estrutura encarnada da Liga Centralização nunca colocou em causa o processo, porque manteve, depois disso, "um discurso muito cordial", tendo, inclusivamente, "sido informado e, até, cooperado com as resoluções".
"Nós estamos a trabalhar em conjunto com todas as sociedades desportivas. E, como disse, estou convencido, a LPFP está convencida de que o processo de centralização vai ser honrado, vai ser cumprido", sublinhou, prometendo que, em breve, vai ser apresentada a "chave de distribuição dos valores que está a ser trabalhada".
Fase de instrução deveria ter começado na última segunda-feira, 23 de março; contudo, um imprevisto obrigou tribunal a procurar uma nova data
24 Mar 2026 | 09:23 |
O processo judicial que envolve a SAD do Benfica, do Vitória de Setúbal e Luís Filipe Vieira foi adiado sem haver uma data definida. Pelo que foi apurado, a fase de instrução deveria ter arrancado esta segunda-feira, 23 de março, mas o tribunal considerou que não estavam reunidas as condições e tomou a decisão de adiar.
Segundo as informações que têm vindo a circular, o motivo por detrás desta decisão teve como base o lapso, da parte do tribunal, em notificar um dos arguidos do processo, o que levou a que o mesmo não marcasse presença na fase de instrução do processo.
Em causa estão as informações que foram divulgadas na sequência dos emails que o Porto libertou nos últimos anos, onde surgiram alegadas tentativas de corrupção da parte da SAD encarnada, na altura liderada por Luís Filipe Vieira, que é um dos nomes visados pelo Ministério Público.
O MP avança com uma acusação de corrupção ativa, oferta indevida e fraude qualificada. Na mesa dos réus senta-se a SAD do Benfica e do Vitória de Setúbal, tal como Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves, antigo presidente e assessor jurídico das águias, entre outros nomes.
Segundo as informações divulgadas e do conhecimento geral, o Ministério Público, além das sentenças individuais, pede que o tribunal responsável pelo processo aplique uma suspensão, entre seis meses a três anos, do Benfica, em todas as competições desportivas em Portugal.
Através de um comunicado oficial, entidade ligada à Federação explicou que foram abertos dois processos distintos contra dragões
23 Mar 2026 | 12:45 |
Foi revelado, nas últimas horas, que o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol instaurou dois processos contra o Porto. Em causa estão as participações disciplinares feitas pelo Benfica: uma contra Deniz Gul e a outra visa os dragões e Francisco J. Marques.
Segundo os dados que foram revelados pelo CD, o caso que visa o internacional turco está relacionado com o comportamento do avançado portista durante o último Clássico. Recorde-se que Gul fez um pirete, no decorrer da partida, em direção às bancadas do Estádio da Luz, onde estavam os adeptos do Benfica.
"A instauração ocorreu na sequência de participação disciplinar apresentada, em 17 de março, pelo Benfica, e o processo foi enviado, no dia 20 de março, à Comissão de Instrutores da Liga Portugal, ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", informou o Conselho de Disciplina da FPF.
Já o segundo processo, instaurado ao Porto e a Francisco J. Marques, antigo dirigente dos dragões, está relacionado com o Caso dos Emails. "O processo foi enviado, no dia 20 de março de 2026, à Comissão de Instrutores da Liga Portugal, ficando excluída a publicidade até ao fim da instrução", explicou o CD.
Recorde-se que o caso em questão resultou na condenação do Porto, que foi sentenciado a pagar uma indemnização ao Benfica. Por outro lado, as informações que saíram desse processo conduziram a uma acusação feita pelo Ministério Público, que visa a SAD encarnada, o Vitória de Setúbal e ainda Luís Filipe Vieira.