Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Clube
27 Mar 2026 | 11:29 |
José Gandarez não escondeu a indignação pela decisão da parte da ERC, a respeito da Benfica FM. Numa entrevista concedida à BTV, o vice-presidente dos encarnados acusou a entidade de bloquear a expansão do projeto das águias e apontou o dedo aos juristas.
José Gandarez: "Estamos a ponderar e vamos recorrer desta decisão"
"Estamos a ponderar e vamos recorrer desta decisão. Ponderar uma eventual participação criminal pode estar aqui em causa ilícitos criminais e, se assim for, iremos atuar em conformidade", começou por contar José Gandarez, vice-presidente do Benfica.
"Este processo tem de ser escrutinado. Convido todos, quer sejam jornalistas, quer a Assembleia da República, que tem o poder de fiscalização sobre a ERC, a consultar o processo", acrescentou o dirigente, que faz parte da estrutura liderada por Rui Costa, antes de apontar o dedo aos responsáveis pela decisão.
José Gandarez: "Surpreendidos, indignados, por esta decisão inédita que revela ignorância jurídica de quem a tomou"
"Surpreendidos, indignados, por esta decisão inédita que revela ignorância jurídica de quem a tomou, a deve envergonhar o próprio conselho regulador", afirmou José Gandarez, em entrevista à BTV, criticando a decisão tomada pela ERC.
"Cada vez há mais benfiquistas a ouvir a Benfica FM. Claro que, se tivéssemos o FM, seria um crescimento muito mais rápido e sustentável. Era um projeto que se iria pagar em 3/5 anos. Isto dificulta-nos, se calhar por razões clubísticas, mas o Benfica sabe defender os seus direitos. É um projeto para continuar e vingar", concluiu o vice-presidente encarnado.
Após veto decidido pela respetiva entidade relativamente à rádio do Clube, e consequente objeção, resolução é finalmente dada a conhecer
26 Mar 2026 | 17:05 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) indeferiu o projeto da BMHAUDIO PORTUGAL HOLDINGS para a modificação dos serviços de programas Batida FM (Amadora, Moita, Maia e Cantanhede), com intenção de alterar a tipologia de temática musical para temática desportiva informativa. Ou seja, a Benfica FM não avançará para lá da emissão digital.
O Conselho Regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários, baseando-se em três pilares essenciais: escassez de pluralismo e diversidade; dúvidas sobre a independência editorial e interesse público.
Para a ERC, a alteração não reforçaria a oferta radiofónica local nas áreas de cobertura, limitando-se a substituir um tema por outro. O regulador considerou ainda que a programação desportiva, pelo seu caráter segmentado, poderia reduzir o espetro de audiência e não acrescentaria pluralidade real aos ouvintes.
Por outro lado, o organismo identificou riscos de condicionamento da autonomia editorial e interferência do poder económico, considerando a participação relevante do Benfica - que já tinha contestado recente veto - na estruturação de conteúdos, incompatível com o regime jurídico dos operadores de rádio e o princípio da especialidade. Consequentemente defendendo que o projeto está excessivamente associado a um "universo desportivo específico".
Nesse mesmo sentido, a ERC sublinha que a informação local componente do projeto é insuficiente para mitigar os riscos de falta de independência e diversidade e aponta que o espectro hertziano é um bem público escasso e deve ser utilizado para garantir o pluralismo e o interesse público. O Benfica admite pedir a intervenção de uma comissão parlamentar sobre o assunto, depois de a contestação ao projeto de deliberação da ERC não ter sido considerada para a decisão final.
Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional visou recentemente postura adotada, relativamente ao Clube da Luz, deixando algumas garantias
25 Mar 2026 | 16:54 |
O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Reinaldo Teixeira, assegurou esta quarta-feira o cumprimento dos prazos para a centralização dos direitos audiovisuais e a manutenção do diálogo com o Benfica, apesar da saída do Clube da empresa responsável pelo processo.
"Felizmente, [o processo] tem avançado muito. Temos tido a cooperação e diálogos permanentes com todos os clubes, com todas as sociedades desportivas, e temos tido uma interação grande e muito eficiente com a Autoridade da Concorrência (AdC)", afirmou, à margem da conferência 'ion', em Cascais.
Lembre-se que o Benfica - que enfrenta problema estrutural no Estádio da Luz - suspendeu o seu lugar na Liga Centralização, empresa responsável pela concretização do processo a partir de 2028/29, mas manteve-se sempre como parceiro da negociação, segundo o presidente da LPFP.
Reinaldo Teixeira: "Apesar da decisão, mantemos sempre a informação e a articulação com o Benfica"
"Na altura, o Benfica saiu da Liga Centralização, foi uma decisão que teve, mas mantemos sempre a informação e a articulação com o Clube, assim como com as demais redes desportivas", vincou o dirigente, afastando muitas dúvidas.
Para Reinaldo Teixeira, a ausência da estrutura encarnada da Liga Centralização nunca colocou em causa o processo, porque manteve, depois disso, "um discurso muito cordial", tendo, inclusivamente, "sido informado e, até, cooperado com as resoluções".
"Nós estamos a trabalhar em conjunto com todas as sociedades desportivas. E, como disse, estou convencido, a LPFP está convencida de que o processo de centralização vai ser honrado, vai ser cumprido", sublinhou, prometendo que, em breve, vai ser apresentada a "chave de distribuição dos valores que está a ser trabalhada".
Fase de instrução deveria ter começado na última segunda-feira, 23 de março; contudo, um imprevisto obrigou tribunal a procurar uma nova data
24 Mar 2026 | 09:23 |
O processo judicial que envolve a SAD do Benfica, do Vitória de Setúbal e Luís Filipe Vieira foi adiado sem haver uma data definida. Pelo que foi apurado, a fase de instrução deveria ter arrancado esta segunda-feira, 23 de março, mas o tribunal considerou que não estavam reunidas as condições e tomou a decisão de adiar.
Segundo as informações que têm vindo a circular, o motivo por detrás desta decisão teve como base o lapso, da parte do tribunal, em notificar um dos arguidos do processo, o que levou a que o mesmo não marcasse presença na fase de instrução do processo.
Em causa estão as informações que foram divulgadas na sequência dos emails que o Porto libertou nos últimos anos, onde surgiram alegadas tentativas de corrupção da parte da SAD encarnada, na altura liderada por Luís Filipe Vieira, que é um dos nomes visados pelo Ministério Público.
O MP avança com uma acusação de corrupção ativa, oferta indevida e fraude qualificada. Na mesa dos réus senta-se a SAD do Benfica e do Vitória de Setúbal, tal como Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves, antigo presidente e assessor jurídico das águias, entre outros nomes.
Segundo as informações divulgadas e do conhecimento geral, o Ministério Público, além das sentenças individuais, pede que o tribunal responsável pelo processo aplique uma suspensão, entre seis meses a três anos, do Benfica, em todas as competições desportivas em Portugal.
Rui Costa esteve no adeus a Silvino e Presidente do Benfica recorda: "Um excelente homem"
21 Mar 2026 | 12:19