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João Diogo Manteigas visa Rui Costa após novo ataque ao Benfica: "Passou tempo demais"
16 Abr 2026 | 13:54
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15 Nov 2023 | 18:40 |
Luís Filipe Vieira, antigo presidente do Benfica, já reagiu ao arquivamento do cado dos vouchers, por parte do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), em declarações ao jornal Record, esta quarta-feira, dia 15 de novembro.
“Os advogados é que têm de se pronunciar”, afirmou o antigo líder do Clube da Luz, quando contactado pelo diário desportivo acima mencionado, sendo ‘curto’ e objetivo.
De destacar que, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal arquivou o processo judicial, conhecido como 'caso dos Vouchers'. A ação acontece oito anos após a denúncia feita por Bruno de Carvalho, que, na altura, era presidente do Sporting, conta o Benfica. O Porto, também, estava incluído como assistente.
Recorde-se que, segundo informações avançadas pelo jornal A Bola, que citou o despacho, as provas recolhidas não eram suficientes para provar que os árbitros, delegados e observados aceitavam o Kit Eusébio com o objetivo de alterar ou manipular os resultados dos jogos.
Na altura, o antigo dirigente dos leões acusou o Glorioso de fazer ofertas a equipas de arbitragem, existindo um custo total de cerca de 250 mil euros.A defesa do Clube da Luz sempre afirmou que a oferta do Kit Eusébio não tinha qualquer ligação com as acusações de Bruno de Carvalho, uma vez que era uma prática comum.
Esta oferta incluía uma réplica da camisola do antigo jogador dos encarnados, entradas para o Museu Benfica-Cosme Damião e convites para o restaurante Museu da Cerveja. Nas acusações, o Clube da Alvalade indica que o valor do kit era superior a 250 euros.
No Despacho, ainda há a indicação de que o indícios recolhidos levam à conclusão que os responsáveis pela arbitragem aceitava vantagem que não era suposto, no entanto, na altura, ainda não era crime o recebimento indevido de vantagem no desporto. É de destacar que a UEFA já tinha procedido ao arquivamento deste caso, em 2016.
Nova camisola do Clube da Luz vai apostar numa base preta profunda, pensada como suporte para um design visual altamente dinâmico
19 Abr 2026 | 15:09 |
O Benfica prepara-se para apresentar um terceiro equipamento totalmente diferente do habitual na temporada 2026/2027, num modelo que promete marcar pela irreverência estética. A nova camisola aposta numa base preta profunda, pensada como suporte para um design visual altamente dinâmico.
De acordo com informações avançadas pelo site especializado FootyHeadlines, sobre esse fundo escuro surgem padrões gráficos multicoloridos, com especial destaque para tons intensos de rosa e vermelho, criando uma identidade visual descrita como arrojada e moderna.
Este será também o primeiro terceiro equipamento a refletir plenamente as novas diretrizes de design implementadas pelo Benfica em parceria com a Adidas. O Clube passou a permitir maior liberdade criativa à marca alemã no desenvolvimento das cores de base e dos padrões, dentro de uma lógica de inovação estética mais aberta.
No entanto, surgem também novas regras no que toca à simbologia do Clube, já que deixa de ser permitido o uso de versões monocromáticas do emblema. O Benfica passa a exigir que o símbolo seja sempre apresentado nas suas cores originais.
Mesmo sem apresentação oficial, o conceito divulgado aponta para um equipamento que combina inovação e tradição, com forte impacto visual e identidade própria. A fusão entre a liberdade criativa da Adidas e a imposição do emblema a cores promete fazer deste terceiro equipamento um dos mais comentados da próxima temporada.
Veja um exemplo:
Antigo responsável do Clube encarnado teceu fortes críticas ao atual presidente sobre o enfraquecimento da atual estrutura das águias
19 Abr 2026 | 10:22 |
João Gabriel vê o Benfica num momento preocupante. O antigo diretor de comunicação das águias, entre 2008/2009 e 2015/2016, diz que o Clube perdeu liderança e capacidade de influência, sendo a recente assembleia geral extraordinária da Liga a expor essa fragilidade.
J. Gabriel: "Evidente perda de liderança"
"O Benfica atravessa hoje um momento particularmente preocupante do ponto de vista institucional e estratégico. Mais do que resultados desportivos ou ciclos naturais de gestão, o que está em causa é algo mais profundo: a evidente perda de liderança e, mais grave, a erosão da sua capacidade de influência no ecossistema do futebol português", começou por assinalar, na sua conta de LinkedIn.
Um dos homens fortes na era de Luís Filipe Vieira - que pode ser condenado - tem sido voz crítica da atual Direção, liderada por Rui Costa, sobre a postura na centralização nos direitos televisivos. "Fê-lo sozinho. Isolado. Este facto, por si só, seria impensável há poucos anos. O Benfica sempre foi um clube agregador, com peso, capaz de liderar e mobilizar vontades. Era o 'continente' onde muitos outros clubes se reviam e seguiam. Hoje, surge como uma ilha, distante, sem pontes, sem capacidade de arrasto" , pode ler-se.
J. Gabriel: "Um clube como o Benfica não pode atuar de forma reativa, nem dispersa"
João Gabriel considera o Benfica não pode atuar desta maneira. "Um clube com a dimensão e a história do Benfica não pode atuar de forma reativa, nem dispersa. Precisa de antecipação, de influência consolidada e de uma visão clara sobre o caminho a seguir. Quando essas peças falham, o resultado é este: isolamento, perda de relevância e incapacidade de condicionar decisões estruturais para o futuro do futebol português", apontou.
Para concluir, o antigo diretor de comunicação deixou uma mensagem forte. "O Benfica deixou de liderar. E, num contexto onde a influência é determinante, deixou também de ser ouvido. Isso não é apenas um sinal de fraqueza momentânea, é um alerta sério sobre a incapacidade como elemento estrutural deste Benfica" , finalizou.
Antigo vice-presidente do emblema encarnado veio agora a público e procurou repor aquilo que considera ser a verdade dos factos
17 Abr 2026 | 09:32 |
Luís Mendes, antigo administrador da SAD e ex-vice-presidente do Benfica, veio esclarecer publicamente os motivos da sua saída da direção em junho de 2024, rejeitando qualquer ligação com a alegada dívida de Rui Costa. O ex-dirigente - que criticou recentemente o líder das águias - procurou repor aquilo que considera ser a verdade dos factos.
L. Mendes: “A minha saída do Sport Lisboa e Benfica se ficou a dever exclusivamente a divergências de natureza estratégica e de governação"
Na explicação, garantiu que a decisão se deveu apenas a questões internas, afirmando: “a minha saída do Sport Lisboa e Benfica se ficou a dever exclusivamente a divergências de natureza estratégica e de governação”. Entre os principais pontos de discórdia, destacou “a preocupação com o agravamento do equilíbrio financeiro, bem como a política desportiva”.
Luís Mendes mostrou ainda desagrado com a exposição do tema, sublinhando “que este tema possa ter ganho relevo na vida do Sport Lisboa e Benfica, sobretudo num momento particularmente importante para o clube”, defendendo que a situação exige “sentido de responsabilidade e foco absoluto na defesa dos seus superiores interesses”.
Já a alegada dívida, tornada pública pela revista Sábado, estava relacionada com um projeto imobiliário em Carnaxide, tendo o antigo dirigente avançado judicialmente para recuperar cerca de 500 mil euros. Ainda assim, esse montante acabou por ser entretanto regularizado por Rui Costa.
Também a empresa ligada ao Presidente do Benfica reagiu, assegurando que são “totalmente falsas as informações” sobre dificuldades financeiras e explicando que existiu apenas “um atraso na obra, motivado por constrangimentos operacionais”, garantindo ainda que se tratam de “compromissos estritamente pessoais” sem qualquer impacto no Clube.