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Surpresa para o Arouca - Benfica: saiba quem é Miguel Figueiredo, a novidade de Mourinho
14 Mar 2026 | 11:44
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05 Nov 2023 | 06:01 |
A equipa do Benfica deslocou-se ao Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira para medir forças com o Chaves. As águias de Roger Schmidt acabaram por vencer, por 2-0, o duelo da 10.ª jornada do Campeonato Nacional. Os golos foram apontados por Fredrik Aursnes (59’) e João Mário (80’ g.p). Veja aqui como decorreu a partida.
Com fantasmas do passado na cabeça, o treinador alemão optou por apostar no mesmo onze do duelo frente ao Arouca, onde os encarnados sairam a sorrir, na Taça da Liga. Com um resultado de novo favorável às águias, continua a faltar pendor ofensivo à equipa, algo que preocupa os Benfiquistas para os exigentes desafios que se avizinham.
O Glorioso 1904 esteve à conversa com o conhecido adepto do Benfica, Nuno Campilho, sobre a nova disposição tática do grupo de Roger Schmidt, as suas vantagens e os seus problemas, já patentes no último duelo frente ao Chaves.
"O novo sistema tático dá mais segurança e cobertura defensiva, mas é pouco agressivo e pressionante no ataque, ainda para mais, sem um PL fixo", começou por referir, relembrando que Gonçalo Guedes foi o elemento mais avançado do Benfica, tendo ficado Arthur Cabral, Petar Musa e Casper Tengsted no banco.
Face aos problemas ofensivos que a nova disposição tática apresenta, Nuno Campilho sugere uma alteração que ofereceria maior poderio atacante ao sistema... "Penso que funcionaria melhor com dois laterais ofensivos, por exemplo, e atendendo aos jogadores disponíveis, com Jurásek à esquerda e Tiago Gouveia à direita, com Neves e Florentino no meio" .
"Quanto muito, seria admissível a manutenção de Aursnes à esquerda, pois dá mais equilíbrio à equipa. No entanto, sem ponta de lança e sem jogadores a irem à linha para criar desequilíbrios e cruzar para a área, torna-se difícil criar superioridade, sem prejuízo de ter sido visível um melhor controlo da transição defensiva adversária e uma melhor reação à perda, fruto da presença de mais jogadores na linha média", acrescentou.
"A equipa parece, ainda, estranhar este modelo, pois dá a ideia de tapar de um lado e de destapar do outro, para além de os três homens da frente, que entraram de início, terem sido muito pouco intensos, não conseguiram ultrapassar o bloco baixo do Chaves e nem sequer deram grandes soluções aos médios, dando-se demasiado à marcação. Faltaram linhas de passe, passes de rotura e mais velocidade, sobretudo no último terço do terreno, com evidência na 1.ª parte", fez notar.
Sem ponte de lança de raiz no onze inicial, Arthur Cabral entrou aos 46 minutos e esteve envolvido diretamente no primeiro golo do Benfica, atribuído pela Liga a Fredrik Aursnes. Para Nuno Campilho, "a entrada do Cabral para a 2.ª parte foi determinante para desmontarmos a linha defensiva flaviense". "E tivemos o João Neves, ainda que desperdiçado encostado à direita, a desbloquear o jogo", relembrou.
Apesar dos problemas notados, o novo sistema tático não é descartado por Nuno Campilho, referindo, no entanto, que se deve ter atenção às características dos 'atores' do mesmo. "É um modelo exequível, mas tem de ser mais trabalhado e, também, ter jogadores que estejam mais encaixados no mesmo".
Relembrando que desde que assumiu o comando técnico do Benfica, Roger Schmidt nunca havia tido tantos indisponíveis como agora, Nuno Campilho acredita que algumas das ausências poderão ter motivado à utilização do novo desenho tático: "Ainda que laterais ofensivos possam ser úteis a este modelo, percebe-se que a sua ausência, por lesão, ou por falta de forma, tenham potenciado a sua utilização, o que, nessa lógica, faz todo o sentido e demonstra a versatilidade - pouco conhecida - do treinador, para adaptar o modelo aos jogadores disponíveis".
Águias apresentaram um recurso nas últimas horas, que foi tido em conta e apreciado pela entidade ligada à Federação Portuguesa de Futebol
14 Mar 2026 | 14:19 |
É oficial! José Mourinho não vai marcar presença no banco de suplentes. Pelo que foi revelado há minutos, o Benfica já sabe que o castigo aplicado ao Special One vai manter-se, o que indica que João Tralhão, treinador-adjunto, vai avançar para o comando técnico das águias, frente ao Arouca.
Segundo foi noticiado pelo jornal Record, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol não deu razão ao recurso apresentado pelo Benfica e mantém o jogo de suspensão a José Mourinho, que irá falhar assim o duelo deste sábado, 14 de março, frente ao Arouca.
No despacho emitido pela entidade que regula este tipo de casos, o CD considera que todas as consequências disciplinares, sejam elas anotadas pela equipa de arbitragem ou pelo delegado da Liga, devem ser aplicadas de forma imediata, ou seja, no encontro seguinte, tal como é o caso da expulsão do treinador do Benfica.
Na mesma nota, o Conselho de Disciplina adianta que, caso todas estas consequências disciplinares fossem sujeitas a recursos, os castigos em questão seriam sempre suspensos e não teriam o impacto imediato que devem ter. Esta foi a justificação dada pelo CD para rejeitar o recurso apresentado pelas águias.
Assim, fica confirmado que José Mourinho vai falhar a partida em Arouca, não tendo autorização para marcar presença no banco de suplentes das águias. Em seu nome vai estar João Tralhão, que vai comandar o Benfica frente ao Arouca, este sábado, 14 de março, às 20h30, em partida da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
Numa altura em que se entra na reta final do campeonato, imprensa aponta que treinador português pode ter mais surpresas preparadas
14 Mar 2026 | 12:56 |
Gonçalo Moreira pode ser, muito em breve, mais um nome a ser lançado por José Mourinho. Numa altura em que o médio tem dado nas vistas na equipa secundária do Benfica, tudo indica que é apenas uma questão de tempo até que o português de 20 anos some os primeiros minutos no plantel principal.
Segundo deu conta o jornal Record, apesar de ter uma vaga praticamente assegurada na pré-época, Gonçalo Moreira pode ainda fazer a sua estreia em 2025/26, juntando-se a nomes como Ivan Lima, Rodrigo Rêgo, Tiago Freitas, José Neto, Daniel Banjaqui e Anísio Cabral, todos eles lançados com o batismo do Special One.
Os mais preponderantes, porém, são os três atletas que conquistaram em 2025 o Campeonato do Mundo de sub-17. Tanto Neto, Banjaqui e Anísio já tiveram diversas oportunidades no plantel principal, com o camisola 72 a ter mais impacto, com dois golos registados em 28 minutos. Gonçalo Moreira pode seguir o caminho desses atletas.
Porém, não é apenas esse trio que esteve em destaque. Ivan Lima foi o primeiro projeto de Mourinho, mas entretanto o jogador rumou à Polónia. Pelo meio, Rodrigo Rêgo chegou a ser uma peça tida em conta pelo Special One, ao registar dois jogos a titular, contra o Atlético CP (Taça de Portugal) e Nacional (Liga Portugal Betclic). Tiago Freitas, apesar de uma presença mais modesta, pode ter o orgulho de se ter estreado na Liga dos Campeões, no triunfo frente ao Nápoles (2-0).
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Gonçalo Moreira - avaliado em 1,2 milhões de euros - já realizou o total de 31 jogos oficiais: 20 na Liga Portugal Meu Super, sete na UEFA Youth League, três na Premier League International Cup e um na Liga Revelação. Nos 1.950 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o médio registou 17 golos e 10 assistências.
Números revelam que atleta, apesar da aus pouca utilização, tem demonstrado que pode ser uma mais-valia nas opções de José Mourinho
14 Mar 2026 | 12:26 |
Anísio Cabral tem sido uma lufada de ar fresco no ataque do Benfica. Pelo que foi apurado, o jovem de 18 anos - que recentemente renovou com as águias - tem tido um impacto impressionante no plantel principal, que tem deixado todos rendidos ao seu talento.
Apesar do seu impacto nos jogos do Benfica, a utilização do camisola 72 tem sido cirúrgica no plantel principal das águias, porém, os seus números não deixam de impressionar. Até ao momento, o campeão do Mundo de sub-17 regista dois golos em 28 minutos.
Assim, fazendo as contas, Anísio Cabral marca em média um golo em cada 14 minutos, correspondendo aos 28 minutos em que esteve em campo no plantel principal. No entanto, depois do tento da vitória contra o Alverca, o atleta não foi opção frente ao Real Madrid, Gil Vicente e Porto, com o jornal A Bola a apontar para uma questão de tática.
Tal como a mesma fonte dá conta, o estilo de jogo de Anísio Cabral é mais posicional, dentro da área e com uma capacidade notável de jogar de costas para a baliza. Contudo, estas características não seriam as ideaiss para os encontros mais recentes, o que explica a sua ausência, mas isso não invalida o seu impacto imediato quando é lançado no terreno de jogo.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Anísio Cabral - avaliado em 5 milhões de euros - já realizou quatro partidas oficiais no plantel principal, todas a contar para a Liga Portugal Betclic. Nos 28 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português apontou dois golos.